De facto! A quem? Ocorrem-me pessoas a quem gostaria de causar despesa, mas a despesa maior seria para mim falar com elas, e é difícil... A quem ligaste?
Não! Ligavas para um número geral, falavas com uma operadora/telefonista a quem davas o número do telefone que querias ligar e o teu nome. A operadora fazia a ligação e perguntava ao destinatário se aceitava a chamada a pagar no destino de “Nenhures”. A chamada só era passada ao destinatário se este aceitasse falar contigo e pagar a chamada, claro.
Eu ainda sou do tempo da cabine telefónica. E das chamadas a pagar no destino. A quem ligarias com uma chamada a pagar no destino?
De facto! A quem? Ocorrem-me pessoas a quem gostaria de causar despesa, mas a despesa maior seria para mim falar com elas, e é difícil... A quem ligaste?
Ahahaha. Lembra-te de que quem recebia a chamada podia sempre rejeitá-la. Era o ghosting daquele tempo.
Espera... as chamadas a pagar no destino eram tipo um "toque", para essa pessoa te ligar?
Não! Ligavas para um número geral, falavas com uma operadora/telefonista a quem davas o número do telefone que querias ligar e o teu nome. A operadora fazia a ligação e perguntava ao destinatário se aceitava a chamada a pagar no destino de “Nenhures”. A chamada só era passada ao destinatário se este aceitasse falar contigo e pagar a chamada, claro.
Ahh… ghosting de facto, mas um ghosting pesado e de fazer doer durante semanas. Mas a quem ligaste?
Xi! Sei lá eu já. Que me lembre, para casa, certamente, quando não tinha trocos.